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Publicada em 09/07/2020 às 16h59. Atualizada em 09/07/2020 às 17h04

Psicologia e Gênero: entendendo a violência contra a mulher

Nesta terceira parte do artigo Expressões das Violências contra as Mulheres, conheça alguns desafios da pesquisa em psicologia na perspectiva das desigualdades de gênero.

CONTEÚDO HOMOLOGADO Bahiana
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"É evidente a importância da perspectiva de gênero para a compreensão em profundidade do fenômeno social das violências contra as mulheres." 

É evidente a importância da perspectiva de gênero para a compreensão em profundidade do fenômeno social das violências contra as mulheres. Ao situar gênero enquanto um estruturante social e relacional construído historicamente, tal perspectiva revela a formação de determinados padrões na concepção das ideias de feminino e masculino, demarcando desigualdades reais entre mulheres e homens. Essas perspectivas denunciam como essas formações, ao serem manipuladas por interesses de grupos hegemônicos, contribuem para instaurar regimes de violências de gênero e outras correlatas, afetando principalmente as mulheres em sua diversidade de contextos (raça, classe, sexualidade e identidade de gênero).

A pesquisadora Conceição Nogueira (2001) aponta que, ao longo da história da Psicologia, foram desenvolvidos estudos e pesquisas afirmando a diferença sexual como fator definidor das características dos indivíduos, em termos de “temperamento” ou personalidade. Então, sustentava-se que entre os sexos cada qual desenvolveria níveis diferentes em padrões, como sentimentos, interesses, atitudes e comportamentos. Demarcando status de integração na sociedade, essas diferenças estariam alicerçadas nas divisões para atuação dos sujeitos em dualidades nos âmbitos público e privado, família e trabalho, produtividade e vida doméstica.

O movimento da segunda onda do feminismo teceu críticas incisivas a essas concepções da Psicologia, à medida que desde sempre tais estudos apresentavam resistência à aceitação das considerações feministas sobre os seus cânones teóricos e esse fato estaria possivelmente associado à ênfase positivista que dominou essa ciência. Contudo, embora sendo o feminismo um movimento de posicionamento político que se opunha à neutralidade da ciência, esteve a questionar não o estatuto da ciência, mas sim os métodos científicos utilizados, e assim “na psicologia, as feministas desafiam o que conhecemos acerca de homens e mulheres, questionando os resultados das pesquisas convencionais que contribuíram largamente para o significado de gênero, implícito no nosso dia a dia”. 

Entretanto, a autora retoma ressaltando que, mesmo com a abertura da Psicologia para dar outra direção aos estudos associados ao gênero, por vezes, algumas ideias sob enfoque feminista encontram certa oposição e resistências. Ainda se segue com a realização de trabalhos naturalizando as diferenças sexuais, seus desdobramentos individuais e para a vida em sociedade. Também para Helena Miranda dos Santos Jaqueline Gomes de Jesus e Ana Lúcia Galinkin, os estudos de gênero na área da psicologia são insuficientes. Tais autoras declaram que costuma prevalecer visões reforçando padrões estereotipados, traçando estreita correlação entre diferenças biológicas e psicossociais.

A exemplo das concepções sustentadas pela Psicologia do Desenvolvimento, as autoras Maria Cláudia Santos Lopes de Oliveira e Ana Flávia do Amaral Madureira destacam que esta abordagem primou pela construção teórica baseada na normatividade, portanto, sustentando ideias essencialistas e de desigualdades de gênero relacionadas ao desenvolvimento humano de homens e mulheres, que seriam consolidadas no plano das relações sociais.

Em pesquisa (Lhullier & Roslindo, 2013) que traça o perfil das psicólogas brasileiras, do total de mil trezentos e trinta, e uma psicóloga entrevistada, somente treze declararam tratar questões de gênero em suas práticas e/ou estudos, levando as autoras à conclusão do “quanto às relações de poder entre os sexos ainda são pouco presentes como um problema de pesquisa e ação para a Psicologia, da mesma forma que os temas do feminino e da mulher”.

Em contrapartida, a proposição de discussões de gênero em novas vertentes tem tido destaque na Psicologia Social. Helena Miranda dos Santos (2016), ao reconhecer maior aproximação com o tema conduzido na área da psicologia social, destaca a necessidade de abarcar estudos de gênero em todos os campos da Psicologia, diante da significância dos temas relacionados para a formação acadêmica e atuação profissional, calcadas na atenção aos Direitos Humanos.

A esse respeito Jesus e Galinkin (2015) ressaltam a psicologia social como área em grande potencial para discutir essas questões, por conta da aproximação com estudos sociológicos, sendo, portanto, capaz de tecer uma perspectiva sobre gênero que reconheça o seu contexto sócio-histórico e cultural, embora sejam necessários maiores estudos psicossociais e produções tratando da temática. Com relação aos estudos de gênero que acontecem nas vertentes psicológica e sociológica, nota-se a indiscutível superioridade da segunda vertente sobre a primeira, uma vez que a categoria Gênero para a sociologia já está bem consolidada como uma categoria social e/ou base estruturante da sociedade. Os anos 1990 são tomados como fase expoente de abertura na área, “com a inclusão de estudos sobre masculinidade e discussão com o movimento LGBT - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, sobre orientação sexual e questões de gênero aplicadas às diferentes realidades dessas populações”, dizem Jesus e Galinkin.

Nogueira descreve uma psicologia social influenciada pelo feminismo na construção de uma “psicologia empiricista feminista” e do “pós-empiricismo feminista”, com diferentes linhas sustentando a defesa da ideia de gênero construído socialmente. Com relação à produção científica no referido campo, Jesus e Galinkin afirmam que, mesmo em pouco número, a psicologia social contemporânea brasileira tem demarcado espaço por meio de pesquisa. 

É relevante destacar o quanto passa a ser importante essa aproximação da psicologia com os estudos de gênero, compreendendo o aspecto de composição estrutural das sociedades e suas relações, em que a categoria Gênero figura como um elemento-chave na forma como se estabeleceram as disposições sociais, políticas, culturais e econômicas para os sujeitos mulheres e homens, e nessa interação, como são constituídos padrões de subjetividades e comportamentos esperados. Esses aspectos são aqui considerados cruciais para a abordagem da violência contra mulher.

Considerações finais

A violência contra a mulher é um problema complexo e com raízes sociais profundas, que relaciona variados fatores e, sobretudo, remonta aspectos históricos de dominação de grupos sobre outros, estruturando as sociedades e, portanto, as desigualdades vistas entre homens e mulheres.

No que diz respeito às violências contra as mulheres no Brasil, há o recrudescimento da situação, demandando maior atenção dos poderes públicos, de profissionais de diferentes áreas, e urgente mudança da mentalidade machista para lidar com o problema. Trata-se de violação de direitos humanos afetando a dignidade e liberdade das mulheres, ainda configurando alarmante caráter epidemiológico por trazer sérios danos à saúde integral, dentre outras consequências.

"No que diz respeito às violências contra as mulheres no Brasil, há o recrudescimento da situação, demandando maior atenção dos poderes públicos, de profissionais de diferentes áreas..."

Entre os estudos apresentados em artigos científicos de Psicologia, que abordam o tema das violências contra as mulheres, para a maioria, a perspectiva de gênero perpassa, em algum nível, o fenômeno, embora tais estudos nem sempre aprofundem os debates nessa direção. Evidencia-se certa abertura nesse sentido, em busca desse reconhecimento. Admite-se já ser favorável a aproximação cada vez maior da Psicologia com esses temas, e, portanto, da busca por melhor entendimento sobre as condições em que eles se estabelecem na formação social. Contudo, um longo caminho ainda há de ser percorrido frente ao crescimento do número de mulheres em situações de violências. É imprescindível refletir criticamente e agir no enfrentamento diante desse quadro dramático, o que exige um posicionamento mais comprometido da psicologia como ciência e prática profissional.

Por fim, este trabalho destaca um posicionamento político para psicólogas e psicólogos, e a necessidade de seguir atualizando-se diante das discussões de gênero e violências, tão caras nos últimos tempos. Essa necessidade torna-se ainda mais urgente diante da atual conjuntura política no país, onde acrescem posturas reacionárias de alguns grupos e atores sociais, buscando validar retrocessos no avanço das garantias de direitos humanos e liberdades fundamentais, dentre outros quesitos, comprometendo deliberadamente os direitos das mulheres.

Em contrapartida, diante das ameaças “fascistoides” contra esses direitos, crescem as iniciativas de enfrentamento pelos movimentos feministas e pelo protagonismo das mulheres em suas lutas, na organização política de resistência de mulheres negras, de periferia, lésbicas, bissexuais, trans, acadêmicas e tantas outras. E assim, em alinhamento às demandas correntes, embora em movimento ainda discreto, cresce o próprio interesse da Psicologia em torno da temática. As ações desenvolvidas por parte da categoria profissional de psicólogas e psicólogos, em articulações e mobilizações, com proposição de debates, atividades dos GTs em torno do tema e crescente desenvolvimento de pesquisa e publicações da área evidenciam maior comprometimento. A solidez e o impacto dessas novas articulações deverão ser melhor analisadas num momento posterior, como parte integrante desta pesquisa.

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